AQUI VAMOS DESTACAR AS PRINCIPAIS FAMÍLIAS DE ALEXANDRIA

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

A ORIGEM DA FAMÍLIA OLIVEIRA

 A ORIGEM DA FAMÍLIA OLIVEIRA EM ALEXANDRIA E REGIÃO

Segundo pesquisas feitas pelo historiador Tércio Ferreira, o primeiro Oliveira veio residir nos princípios do século XVII, no sítio Figueiredo, município de Alexandria, na época na região da povoação de Barriguda, na época pertencente ao município de Martins,  foi Seu Oliveira. Veio de Jericó, município de Catolé do Rocha, no Estado da Paraíba. Sendo ele fazendeiro, agricultor, criador de gado, ovino e caprino. Tendo um seu sobrinho formado em medicina, no Recife-PE. Irineu Alves de Oliveira. O Senhor Oliveira era muito manso, pacato, de muita responsabilidade, tido como honesto e de muita probidade. Dele nasceram alguns filhos: JOÃO ALVES DE OLIVEIRA, ANTONIO CARNEIRO DE OLIVEIRA e JOSÉ CARNEIRO DE OLIVEIRA. Cada um constituiu família. Uma delas Maria Alves de Oliveira, era uma bonita e estimada pelo senhor Oliveira, O velho patriarca, viajava sempre para o Estado do Piauí, para comprar gado comum que era a raça existente na época. Aconteceu que nessas andanças, ele (SEU OLIVEIRA), levava consigo alguns vaqueiros e cargas de mantimentos para a longa viagem lá pelas bandas do Rio Parnaíba que separa o Estado do Piauí com o Maranhão, uma rapaz de mau caráter, afoito as armas e que já havia praticado vários crimes e tinha muito inimigos, procurou o senhor Oliveira, para vir o Rio Grande do Norte e na fazenda de Seu Oliveira, hominizou-se e começou a trabalhar na fazenda como vaqueiro e foi ganhando liberdade e estima do senhor da fazenda. O dito era loiro de cabelos encaracolados e de olhões esverdeados. Muito astuto e natureza muito agressiva, começou a se enamorar com a filha do Senhor Oliveira – Certo dia raptou a mesma e o pai da moça foi ao seu encalço e acalmando os ânimos fez o casamento de Maria Alves de Oliveira – que era conhecida popularmente pela alcunha de  MARIINHA,com o Parnaíba. Daí as razões para ser a família Oliveira uma das mais violenta da Região Oeste Potiguar, herdada do Parnaíba, considerado o segundo patriarca dos Oliveira. Do Casal Parnaíba e Mariinha nasceram os seguintes filhos:

1 – ALEXANDRE ALVES DE OLIVEIRA, casado com Maria do Espirito Santo, priori etário do Sítio Boa Vista, município de Martins, hoje João Dia.

2 – ANTONIO ALVES DE OLIVEIRA, casou-se com FRANCISCA MARIA DA CONCEIÇÃO;

3 – JOSÉ ALVES DE OLIVEIRA

4 – JOÃO ALVES DE OLIVEIRA

5 – FRANCISCO ALVES DE OLIVEIRA

domingo, 2 de outubro de 2022

FAMÍLIA FIGUEIREDO

 

FAMÍLIA FIGUEIREDO

Na  primeira metade do século XVIII encontramos as raízes da família FIGUEIREDO, Aparece o senhor FERNÃO BENTO DE FIGUEIREDO, português, casado com uma brasileira domiciliada em Carice, município de Goiana, estado de Pernambuco, Este deixou como filho  JOÃO BENTO DE FIGUEIREDO, que por motivo de seu nome confundir-se com o nome de seu primo, também João Bento de Figueiredo, tentou solucionar este caso  mudando seu nome para JOÃO BENTO DA SILVEIRA, embora não tenha surtido efeito satisfatório. pois continuavam chamando João Bento de Figueiredo. Além deste -houveram outros filhos cujos nomes desconhecemos.

Sabemos que o senhor JOÃO BENTO DE FIGUEIREDO comprou o sítio SALÃO, NO PÉ DA SERRA DO Teixeira, município de Patos, Estado da Paraíba.

Casou-se com Dona ANA DIAS DE ARAÚJO, natural de  Ridinha, município de Santa Rita, no dia 17 de setembro de 1808, na Catedral  de Santa Luzia naquela cidade. Este comprou o Sítio Várzea, município de Santa Luzia-PB, onde viveu muitos anos e de onde saiu após uma série de querela com seu cunhado JOSÉ FREIRE DE ARAÚJO.

Deslocou-se para o interior do Rio Grande do Norte e encontrando o senhor  Manoel Carneiro de Morais, proprietário da data Riacho dos Cavalos, município de Caicó-RN, propões comprar parte das terras. Este lhe vendeu uma parte de meia légua por uma légua da referida data em 1836, por dois contos de réis, no dia 11 de junho de 1836.

João Bento, escriturou a terra adquirida que era chamada e conhecida por todos como CAMPO DA NNCA PELADA.

Essa denominação se deve a existência de um cabeço de pedras brancas, ali existente, onde nasce a menor vegetação rasteira.

João Bento e Ana Dias, como bons católicos, entregaram suas terras a proteção de Santo Antônio.Iam sempre a missa, na Capela DE Sant’Ana, na Vila do Príncipe, atual Caicó e ao passarem montados pelas ruas da cidadezinha nascente, vez por outra. Dona Ana ouvia a frase, Anca Pelada. Depois de repetidas vezes que Ana ouvia a frase, pediu ao esposo JOÃO BENTO para mudar o nome que se prestava a hilaridade, Então João Bento denominou de propriedade de Sítio Palma, pelo fato do Rio que banha suas terras ser formado por cinco riachos afluentes comprados a palma de uma mão.

João Bento de Figueiredo, tinha somente dois filhos e estes entrarem no Seminário.

GIL BRAZ DE FIGUEIREDO, nascido em 1821 e Luiz Emiliano de Figueiredo, nascido em 1823.

Certo dia o pai falou aos filhos, dizendo que preferia que apenas um “  o que tivesse mais vocação, permanecesse no Seminário e outro escolhesse outra acarreia, cujas despesas ele custearia”. Então, Luiz respondeu, MEU PAI, EU JÁ SEI LER. O senhor está um homem velho e de pouca saúde. Fico na fazenda com o senhor,

Deixou o seminário e em julho de 1850, casou-se com ISABEL MARIA DE MEDEIROS, conhecida por alguns como MARIA ISABEL DE JESUS, tendo a cerimônia sido oficializada pelo seu irmão, Padre GIL BRÁZ que se ordenara aos 8 dias do mês de dezembro de 1849.

O Padre Gil foi homem destemido, senhor de muitas terras e deixou uma posteridade de dez filhos. Veio a falecer no dia 20 de agosto de 1878.

Luiz Emiliano, deixou igualmente dez filhos e veio a falecer a 11 de março de 1878.

Do casal LUIZ EMILIANO DE DIGUEIREDO e Isabel Maria de Medeiros, nasceram os seguintes filhos:

FONTE – IRENE MAIA

FILHOS DE LUIZ EMILIANO DE FIGUEREDO E ISABEL MARIA DE MEDEIROS

 

FILHOS DE LUIZ EMILIANO DE FIGUEREDO E ISABEL MARIA DE MEDEIROS

MARIA ISABEL DE MEDEIROS, casada com João Batista de Medeiros.

ISABEL FERNANDES DE FIGUEIREDO

ISABEL PALMIRO DE FIGUEIREDO, tendo morrido solteira

JOSÉ  PATRÍCIO DE FIGUEIREDO, casada em ´primeiras núpcias cm Maria da Glória e em segundas núpcias com  Eudócia Esmeraldina Silva (irmãs)

ANNA MARIA DE FIGUEIREDO ARAÚJO, casada com  o Dr. José Peregrino de Araújo, natural de Santa Luzia-PB, nascido em 18 de novembro de 1840 e faleceu em 5 de outubro de 1913 8º Juiz de Direito e governador da Estado da Paraíba, no período de 22 de outubro de 1900 a 22 de outubro de 1904

MARIA DAS  NEVES FIGUEIREDO, casada com Cassimiro Vieira da Rocha.

ANTONIA VIEIRA DE FIGUEIREDO, morreu solteira.

NARIA DOS SANTOS FIGUEIREDO, casada com Joaquim Florentino de Araújo.

MARIA DA CONCEIÇÃO FIGUEIREDO, casada com Antonio Bezerra de Maranguape.

FRANCISCO SEVERIANO DE FIGUEIREDO, Padre, nascido em Palmas, Caicó, em 09 de novembro de 1872 e faleceu em 23 de março de 1939,

JOSÉ PATRÍCIO DE FIGUEREDO, casada em primeiras núpcias   com Maria da Glória e em segundas núpcias com  Eudócia Esmeraldina da Silva.

DO PRIMEIRO CASAMENTO NASCERAM:

1 – JOSÉ PATRÍCIO DE FIGUEIREDO FILHO, casado com a pauferrense JOAQUINA CAVALCANTE DE QUEIROZ, patrona do Hospital em Alexandria

2 -ANTONIO PATRÍCIO DE FIGUEIREDO, casado com  Maria Amélia de Oliveira.

3 – MÔNICA PATRÍCIO DE FIGUEIREDO, Morreu solteira.

4 – MARIA ADELAIDE DE FIGUEIREDO, casada com  José Serafim de Souza

DO SEGUNDO CASAMENTO NASCERAM:

1 – FRANCISCO SEVERIANO DE DIGUEIREDO SOBRINHO, casado com  Aurea Maia de Figueiredo, advogado, prefeito de São Miguel-RN e patrono da cidade de Dr. Severiano-RN.

2 – MARAIA AMÁLIA DE FIGUEIREDO,  casada com José Honório de Medeiros

3 – MARGARIDA MARIA DE ALACOUQUE, Morreu solteira

4 – TRAJANO SOUZA FIGUEIREDO, morreu solteiro;

5 – MANOEL PATRÍCIO DE FIGUEIREDO, casado com  Maria da Nóbrega Figueiredo;

6 – ANTONIO PATRÍCIO DE FIGUEIREDO,

7 – JOÃO PATRÍCIO DE FIGUEIREDO, casado com  Genezina Morais de Figueiredo;

8 – INÁCIA CAVALCANTI DE FIGUEIREDO, casada em primeiras núpcias com  João Batista e em segundas núpcias com  Antonio Enéas;

9 – ELIZA AUREA DE FIGUEIREDO, casada com Cassiano Vieira de Figueiredo (primos).

10 – SEVERINA CELSA DE FIGUEIREDO, casada em primeiras núpcias com Joaquim José do Nascimento e em segundas núocias com Manoel Mariano dos Santos

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

FAMÍLIA MANIÇOBA

 




A família MANIÇOBA  talvez não seja a mais abastada do município de Alexandria, mas com certeza é uma das mais antiga deste rincão, instalando-se nesta terras desde primórdio até o dias de hoje. Tudo começou com o primogênito e patriarca FRANCISCO PEREIRA MANIÇOBA, natural de Luís Gomes, nascido no dia 23 de julho de 1802 e falecido em 1884, aos 82 anos de idade, passando o  patriarcado para seu filho LUIZ SILVESTRE MANIÇOBA, nascido em  18 de setembro de 1856 e falecido em 1953, aos 97 anos de idade.

Outro velho patriarca maniçobense foi o senhor JOSÉ CIPRIANO MANIÇOBA, natural de Alexandria-RN, nascido no dia 3 de novembro de 1902, filho de Domingos Cipriano do Nascimento e de Maria Tertuliana da Silva. Foi soldado do Exército Brasileiro, ingressando nas Forças Armadas no ano de 1921. Exerceu o cargo de Delegado de Polícia de Alexandria. Faleceu em Alexandria, no dia  25 de maio de 1980.

PREFEITO DA FAMÍLIA MANIÇOBA


DÉCIO CIPRIANO DE ALMEIDA, natural de Alexandria, nascido a 16 de outubro de 1942, filho de José Cipriano Maniçoba e de Maria Tibúrcia de Almeida.. Ex-prefeito da cidade de Pontes e Lacerda, no Estado de Mato Grosso, eleito em 3 de outubro de 1996. Ingressou na PM em 1962, na turma de Soldados PM, com o número 62.275, no estado efetivo da 2ª Companhia de Fuzileiros do 2º Batalhão de Infantaria, atual 7º BPM, na cidade de Pau dos Ferros.

POLICIAIS MILITARES DA FAMÍLIA MANIÇOA:

 

POLICIAIS MILITARES DA FAMÍLIA MANIÇOA:

CLODOMIRO SILVESTREE MANIÇOBA

Natural de Alexandria-RN, nascido em 31 de julho de 1894, filho de Luiz Silvestre Maniçoba e de Laurinda da Costa Maniçoba. Ingressou na Polícia Militar do Estado  do  Rio Grande do Norte, no ano de 1923. Exerceu o cargo de Delegado de Polícia de Alexandria, em dois períodos; DE 1935 A 1943, na graduação de Sargento; e de 1953 a 1957, no posto de tenente da reserva remunerada.

 

JOSÉ CIPRIANO FILHO, nascido em 15 de novembro de 1944, ingressou na Polícia Militar do Rio Grande do Norte, no ano de 1966. Foi oficial da Polícia Militar.


O Coronel ANTONIO CIPRIANO DE ALMEIDA, natural de Alexandria, nascido em 2 de fevereiro de 1960, filho de Domingos Cipriano Neto e de Maria do Socorro da Silva. Ingressou na PM, em 6 de fevereiro de 1980, como aluno sargento, formado no CFAP, em Natal, posteriormente ingressando no efetivo quadro de oficiais. Comandou o 7º BPM, no período de 23 de janeiro 4 de agosto de 2003. Além de oficial superior da PMRN é também árbitro de futebol profissional, pertencente a FNF, é também vice-presidente da LDM-Liga Desportiva Mossoroense.

 

SUBTENENTE PM IVO CIPRIANO MANIÇOBA, natural de Alexandria, nascido a 16 de outubro de 1942, filho de José Cipriano Maniçoba e de Maria Tibúrcia de Almeida. Ingressou na PM em 1971, passando uma temporada no Corpo de Bombeiros de Natal. Do CBom foi transferido para a 3º Companhia de Polícia, acantonada na cidade de Patu, de Patu trabalhou em Alexandria e passou seu últimos anos na ativa na Companhia de Polícia de Pau dos Ferros. Formado em letras pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Campus de Pau dos Ferros. Casado com Tácita Nunes de Aquino Lima, natural de Pau dos Ferros, filha de Omar Lauriamo de Lima e Noemia Nunes de Aquino, pai de uma filha. Foi transferido para a reserva em 1996, na graduação de subtenente, com os proventos de 2º Tenente

FAMÍLIA VERAS

 


MARIA VERAS DINIZ, nascida em 13 de março de 1894, filha de Felipe Fragoso Diniz e de Teodora Vieira Veras, casada com o coronel Manoel Emídio de Souza, cujo matrimônio se deu em 25 de setembro de 1917. Faleceu em 29 de abril de 1933.

Ela é a grande matriarca da Família Veras no município de Alexandria-RN.

A família Veras é uma das mais importantes do município de Alexandria. Seus principais representantes foram:


Zulmar de Souza Veras, nascido em  19 de dezembro de 1919 e falecido em 21 de dezembro de   1968, desembargador,


VALDEMAR DE SOUZA VÉRAS, deputado estadual em várias legislaturas e prefeito de Alexandria

FAMÍLIA PAIVA

 


No século XIX, o Coronel JOÃO DE PAIVA CACALCANTE, era fazendeiro, senhor de muitas terras, cuja fazenda localizada na comunidade rural denominada de Lagoa, na época pertencente ao município de Martins-RN, hoje Antônio Martins-RN. Era senhor de escravos, possuía terras em Upanema-RN, Gruta, Rosário, Bom Jesus, João Dias, Serraria, Viramundo, Gama, Ausentes, Ingá, Serrinha do Major, Xique-Xique, Macambira, Glória, Toma-Toma, Riachão, Lagoa Grande e Vaca Morta.

Os membros mais importantes da FAMÍLIA PAIVA, foram:

BENÍCIO DE PAIVA CAVALCANTE, CORONEL JOÃO BERNARDINO DE PAIVA, MANUEL DE PAIVA CAVALCANTE e GREGÓRIO NAZARENO DE PAIVA.

FONTE – TÉRCIO BRASIL

A ORIGEM DA FAMÍLIA OLIVEIRA

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